O CARNAVAL ESTÁ Á PORTA
É verdade,
Ainda não chegou o Natal e o pessoal já se anda a passar com o Carnaval. PUDERA!
O Coliseu vai abrir novamente as suas portas e agora (espera-se) com óptimas condições para a realização dos tradicionais e mui afamados bailes de carnaval.
É claro que eu poderia divagar sobre as origens destes bailes mas tenho que encurtar a versão para que os possíveis continentais que leiam este cantinho, fruto da globalização, não se babem de inveja.
Na realidade estes bailes (são só dois), juntamente com os bailes das duas sociedades recreativas existentes em Ponta Delgada, são uma das expressões mais tradicionais do carnaval português. Ao invés das palhaçadas de merda que se fazem no continente sem qualidade nenhuma em que se tenta imitar o Brasil (ó povo lusitano, o continental e o madeirense, mais estúpido) com uma amplitude térmica de quase 25 graus, o carnaval micaelense e açoriano é o mais rico em tradições próprias.
Tal como a dança de cadarsos no Norte de Portugal e o Desfile dos Cabeçudos (algures no centro de Portugal), os Bailinhos da ilha Terceira, os Bailes de Carnaval e a Batalha das Limas em Ponta Delgada resumem o que de melhor e sui generis se faz nesta época. Uma ressalva para uma tradição que se vem enraizando ultimamente e que é deveras um must nacional que são as mini-férias do carnaval passadas no Algarve ... sem comentários.
Voltando aos bailes do coliseu, são como não poderiam deixar de ser um acontecimento social. Poderia-se pensar que seriam bailes de sobranceria afirmação social mas antes pelo contrário são bailes muito ecléticos onde por algum tempo a sociedade micaelense se despe claramente de alguns perconceitos menos nobres. Por falar em vestes, estas juntamente com as bonitas "cestas", formam o par de características mais vincadas dos bailes. Por um lado, os homens nunca pareceram tão iguais, porque trajam obrigatoriamente todos de smoking preto (excepto algum pato bravo ou exibicionista), por outro as senhoras apresentam-se na sua máxima (ou na possível) explendorosidade trajando vestidos de noite. Por fim há as famosas cestas que não são mais do que cestos ou cestas de vimes todas ornamentadas com os mais diversos adereços e que contém as reservas de comida e em alguns casos (a maior parte) as de bebida para a noite.
As portas abrem-se às 10:30 para aquelas e aqueles que não querem perder nenhuma entrada de vista, mas o correcto será chegar pelas 0:00 e aproveitar até às 7 da matina. Depois só resta ir tomar o famoso pequeno almoço ao Café Mascote ou Royal e dormir...
Para os mais resistentes, na segunda-feira, ainda podem acordar pelas 2 da tarde e participarem na batalha das limas (esta e outras tradições como os dias de amigos(as), compadres e comadres ficam para os próximos posts).
Divirtam-se. Mas não se esqueçam do Pai Natal a 24/25 de Dezembro e do Ano Novo a 31/1 de Janeiro.
Ainda não chegou o Natal e o pessoal já se anda a passar com o Carnaval. PUDERA!
O Coliseu vai abrir novamente as suas portas e agora (espera-se) com óptimas condições para a realização dos tradicionais e mui afamados bailes de carnaval.
É claro que eu poderia divagar sobre as origens destes bailes mas tenho que encurtar a versão para que os possíveis continentais que leiam este cantinho, fruto da globalização, não se babem de inveja.
Na realidade estes bailes (são só dois), juntamente com os bailes das duas sociedades recreativas existentes em Ponta Delgada, são uma das expressões mais tradicionais do carnaval português. Ao invés das palhaçadas de merda que se fazem no continente sem qualidade nenhuma em que se tenta imitar o Brasil (ó povo lusitano, o continental e o madeirense, mais estúpido) com uma amplitude térmica de quase 25 graus, o carnaval micaelense e açoriano é o mais rico em tradições próprias.
Tal como a dança de cadarsos no Norte de Portugal e o Desfile dos Cabeçudos (algures no centro de Portugal), os Bailinhos da ilha Terceira, os Bailes de Carnaval e a Batalha das Limas em Ponta Delgada resumem o que de melhor e sui generis se faz nesta época. Uma ressalva para uma tradição que se vem enraizando ultimamente e que é deveras um must nacional que são as mini-férias do carnaval passadas no Algarve ... sem comentários.
Voltando aos bailes do coliseu, são como não poderiam deixar de ser um acontecimento social. Poderia-se pensar que seriam bailes de sobranceria afirmação social mas antes pelo contrário são bailes muito ecléticos onde por algum tempo a sociedade micaelense se despe claramente de alguns perconceitos menos nobres. Por falar em vestes, estas juntamente com as bonitas "cestas", formam o par de características mais vincadas dos bailes. Por um lado, os homens nunca pareceram tão iguais, porque trajam obrigatoriamente todos de smoking preto (excepto algum pato bravo ou exibicionista), por outro as senhoras apresentam-se na sua máxima (ou na possível) explendorosidade trajando vestidos de noite. Por fim há as famosas cestas que não são mais do que cestos ou cestas de vimes todas ornamentadas com os mais diversos adereços e que contém as reservas de comida e em alguns casos (a maior parte) as de bebida para a noite.
As portas abrem-se às 10:30 para aquelas e aqueles que não querem perder nenhuma entrada de vista, mas o correcto será chegar pelas 0:00 e aproveitar até às 7 da matina. Depois só resta ir tomar o famoso pequeno almoço ao Café Mascote ou Royal e dormir...
Para os mais resistentes, na segunda-feira, ainda podem acordar pelas 2 da tarde e participarem na batalha das limas (esta e outras tradições como os dias de amigos(as), compadres e comadres ficam para os próximos posts).
Divirtam-se. Mas não se esqueçam do Pai Natal a 24/25 de Dezembro e do Ano Novo a 31/1 de Janeiro.

0 Comments:
Post a Comment
<< Home